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Alan Vaz Mascarenhas

Mostra design
10 de março de 2014
Gráfico e cosmopolita
17 de março de 2014

Alan Vaz Mascarenhas

Com estilo contemporâneo e minimalista, o arquiteto imprime criatividade e personalidade em cada projeto

Alan ok

 

Quem é

Graduação: arquitetura e urbanismo

Onde: Centro Universitário Nove de Julho (2010)

Tempo de atuação: 8 anos

Áreas de atuação: arquitetura comercial e residencial, design de interiores e design de mobiliário.

 

A profissão: a escolhi por amor. Conseguir materializar o sonho de uma pessoa é muito gratificante. Ouvir “era exatamente o que eu queria” ao final de um projeto é o que me move.

O início: desde que entrei na faculdade procurei fazer estágios, para me inserir o quanto antes no mercado. Meu primeiro trabalho na área foi arrumando revistas e livros de referências em um escritório. Depois fui traçando meu caminho. Trabalhei com profissionais incríveis.

Estilo: difícil definir um, mas me encaixo no contemporâneo. Adoro garimpar peças de outras décadas, reciclar acessórios e inserir elementos originais nos projetos.

Materiais: gosto muito de pesquisar revestimentos diferentes para banheiros, cozinhas e lavanderias. São meus ambientes prediletos.

Cores: azul, amarelo, preto e cinza.

A decoração ideal: é a que traduz a personalidade do cliente.

Luxo: é imprimir a personalidade do morador no espaço, seja pela cor preferida ou pelo móvel de valor sentimental que ficou perfeito em determinado canto. É também converter algo que poderia ser um problema em uma solução criativa.

A primeira entrevista: começa com um bate-papo informal, gosto de conhecer os hábitos dos moradores. Quando me familiarizo com eles fica fácil oferecer um projeto afinado.

O cliente: acho importante saber o que ele definitivamente não quer, o que nunca teria em casa.

Sobre Alan Vaz Mascarenhas: penso do macro ao micro. Gosto tanto de desenhar um mega telhado quanto escolher a melhor maçaneta. A importância e dedicação é a mesma.

Custo do projeto: o valor varia de acordo com o nível de detalhamento. O trabalho de um arquiteto é muito mais acessível do que as pessoas imaginam.

As escolhas: o morador sempre tem a palavra final. Não adianta ele ter um acabamento de que não goste, afinal quem vai conviver com a peça todos os dias é ele.

Desafios: é saber interpretar o cliente, fazer um estudo de personalidade e comportamento para aliar seus desejos às necessidades do projeto.

 

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01. Nesta sala, a eliminação de paredes garantiu a integração total da cozinha com o estar, ambos de paleta sóbria e clara, quebrada pelo belo tapete vermelho. O piso de cimento queimado (Dalle Piaggi) e a tubulação elétrica aparente conferiram um ar industrial ao espaço decorado com móveis Micasa e Le Design. Objetos da Conceito Firma Casa.

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02. 03. 04. e 0.5. Para o estar minimalista, mobiliário marcante: Ball Chair de Eero Aarnio (Le Design) e poltronas dos anos 1950 (Desmobilia). Com piso e teto de cimento queimado, o jantar ganhou tons vibrantes no bufê laqueado e no pendente. Reinventar é a ordem: tubos integram-se ao banheiro com cuba de carrinho de shows pirotécnicos. Já a mesa comprada em uma feira recebeu laca e o pendente, banho de cobre.

 

Matéria publicada na edição 83.